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Summit: Comportamento e dinâmica: criando para a skip generation

Painel debate os desafios de produzir conteúdos para um público que tem por hábito dispensar a publicidade.

Na mesa “Comportamento e dinâmica: criando para a skip generation”, os convidados Guilherme Jahara, Ricardo John, Renata Leão e André Kassu (moderador) conversaram sobre o novo desafio que é produzir conteúdo para um público que tem por hábito dispensar a publicidade.

Numa relação que beira o amor e o ódio, Guilherme Jahara, da CCO JWT, observa a necessidade de propósito a marca e o conteúdo que confere valor ao produto. Exemplifica sua fala com a marca Nike que lançou um produto diferente para estimular mulheres mulçumanas a correr. É um véu “Jihab” produzido pela empresa, que possibilita as mulheres praticarem o esporte. “Olhe quantas pessoas ela está ajudando de coração sem querer ser ‘Pollyana’”.

São inúmeras estratégias e canais, mas quando a publicidade é boa, ela convida, não interrompe. O desinteresse da maioria do público por anúncios em jornais e revistas, rádio, televisão e Internet, sempre aconteceu. Só que, pela primeira vez, o público tem um papel de protagonista - extremamente ativo - ao evitar a propaganda. 

Estar preparado
A principal e última grande dica é ter em mente que a “A transformação não termina”. Estar sempre estudando mecanismos de desejo, pois na geração de skip existe uma avidez de contato com as pessoas. Talvez as perguntas que estejam sendo feitas são: Como criar eticamente? Qual o limite ético da propaganda?

Renata observa que a demanda publicitária precisa segurar a pessoa em três segundos e compara com o tempo que se observa uma obra de arte – o que leva uma média de 17 segundos. O mediador Kassu cita a intuição e diversão como pilares essenciais no ramo. 

Um consenso entre os participantes é de que a observação do comportamento humano é base e celeiro de criatividade. É preciso buscar o equilíbrio, pois nem sempre as marcas estarão em alta, e é preciso também saber lidar com isso. E a diversão pode ser considerada um gatilho universal para todos os públicos. 
 

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