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Summit | Música, novos players do mercado

O momento é de confluência de ideias. As empresas hoje em dia desempenham diferentes papéis e intermediam produtos de música com marcas. Foi com essa premissa que o painel "Música, novos players do mercado", da segunda edição do Summit Rio2C by Meio & Mensagem foi desenvolvido. Participaram do debate três representantes de gravadoras e marcas com mediação de Karina Balan, do Meio e Mensagem.

Samantha Almeida, diretora de planejamento e inovação da Music2_Mynd8 Brasil, contou que seu trabalho é descobrir como fazer parte deste grande processo em que marcas e artistas trocam valores e expandem seus negócios. Para a executiva, é preciso olhar a diversidade e não ter medo de opiniões. Pelo contrário, é preciso trazer experiências e aprender para ter sucesso.

No caso de Fernanda Paiva, gerente de marketing institucional da Natura, o maior objetivo da empresa é conectar o indivíduo com ele mesmo, para que ele se sinta bem, e a música é fundamental na construção dessa identidade, já que ela aproxima, identifica e cria conexões. “A música para a Natura é um serviço que promove o querer estar bem e é isso o que nos aproxima de nossos consumidores”, diz. Neste caso, a empresa atua também com construção de plataformas de conteúdos, além de festivais e até casa de shows. Para ela, gerar impacto na cultura é um vetor de construção da marca e estratégia de sub-marcas. Com isso foi criada uma rede de parceiros para a tomada de decisões.

Para Alexandre Wesley, diretor de shows, festivais e relacionamento com marcas da Som Livre, a tendência é não se enxergar mais como uma gravadora, mas como um ‘hub’ de negócios musicais. E nesse caso, ele conta com a Globo, que cria oportunidades para isso. “A gente não é mais indústria, é uma outra proposta e é por isso que tem tanta gente nova na área. As gravadoras viram o fim do seu negócio e a gente teve que se reinventar”, disse Wesley, que citou o exemplo do camarote oficial do Estádio do Corinthians, em Itaquera (SP). “O camarote, para 300 pessoas, é gerado por nós, que vendemos ingressos e proporcionamos algo mais do que somente o futebol. Shows, publicidade, inovação, isso tudo faz parte do programa. É tudo entretenimento.”

A lição que fica é que é preciso se abrir para buscar a informação. Trabalhar em rede e se renovar a cada ano, se transformar. Para ganhar dinheiro só com música hoje em dia é preciso descobrir um artista que ainda não é famoso. É necessário estar ligado na intuição, apostar, ouvir e conversar com os mais jovens e parar de fazer coisas que já foram feitas.

O modelo de financiamento também foi discutido, no embalo das mudanças da Lei Rouanet. Para as marcas, o papel atual é fazer ajustes para sustentar o programa. Para as gravadoras, encontrar soluções: uma delas é agenciar os artistas mas não somente os ligados à música, podendo ser um ator, atriz, influencers, etc. “Se associe: sozinho você chega mais rápido; com mais pessoas você chega mais longe”, resumiu Alexandre.

 

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